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07/01/2012

[Resenha] A hospedeira




Autor: Stephenie Meyer

Editora: Intrínseca

Páginas: 590

Preço: 9,80 na Cia dos Livros

Leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2009







Sinopse: Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.


Comprei este livro no meu aniversário de doze anos, em 2010, ao ganhar de presente um vale para as Lojas Americanas no valor de R$120,00. Confesso que comprei porquê gostei da capa, pois as críticas que ouvi a respeito do livro não foram nada positivas. Minhas amigas me diziam que o livro A hospedeira era completamente monótono, e isso acabou levando-o para o fundo da minha lista de leitura. Porém, é gratificante dizer que quando comecei a ler o exemplar, fiquei impressionada.

A história começa com a operação de Melanie, a transferência de uma alma para o corpo humano. Durante o livro, como diz Meyer em sua contracapa, a autora mostra a nós leitores, três diversos tipos de amor. O amor platônico, o amor verdadeiro e o amor pela família.

O romance funciona completamente, e confesso que me peguei chocada ao saber quem seria o par romântico de Peregrina. Meyer não tem o costume de me surpreender em seus romances, sempre achei os casais um tanto previsíveis, mas dessa vez ela me deixou de queixo caído.

Gostei bastante do fato de que mesmo por ser ficção, eu consegui entender tudo o que se passava ali, pois Stephenie explicava cada parágrafo com a maior clareza possível, me fazendo perder o terrível hábito de "boiar" durante a leitura, pois a história me prendeu até o final.

Quando fechei o livro, me pus a refletir sobre o conteúdo que tinha acabado de armazenar na mente. E percebi que me agradou, assim como os outros exemplares que li da autora. Recomendo a quem gosta do gênero ficção científica, mas não a quem não tem paciência de ler romances que demoram mais de cem páginas para acontecer. Pois aí vai achar tudo uma grande enrolação.


03/01/2012

[Resenha] A breve segunda vida de Bree Tanner


Autor: Stephenie Meyer

Editora: Intrínseca

Páginas: 198

Preço: 11,61 nas Lojas Americanas

Leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2010







Sinopse: Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova perspectiva do universo de "Crepúsculo". Na voz de Bree Tanner, uma jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a cidade de Seattle no terceiro volume da série, "Eclipse", somos apresentados ao lado sombrio da saga. Bree vive nas trevas, sedenta por sangue. Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados e os Cullen - a última semana de sua existência.

Tia Rita ataca novamente com suas super indicações literárias. Acreditem caros leitores, devo minhas maravilhosas férias a ela, por ter me emprestado diversos livros. Este porém, ela resolveu me dar de presente, enviando junto com ele uma linda dedicatória em sua primeira página. É de imensa gratidão que digo que este livro realmente superou minhas expectativas! Confesso que achei ser algo do tipo caminhadas à noite e breves caçadas durante alguns intervalos. Mas este volume conseguiu me fascinar. Tanto eu quanto a própria Meyer, gostaríamos que Bree tivesse um final mais feliz.

Em Eclipse, todos nós sabemos que os Volturi acabam matando-a, por ter infringido algumas regras da sociedade vampira. A pobre não teve culpa de absolutamente nada, apenas estava no lugar errado e na hora errada e os Cullen até tentaram adotá-la, mas os Volturi eram do tipo "malvados até dizer chega" e o destino de Bree foi aquele.

A história começa durante uma caçada, quando ela conhece Diego, acho que seu par romântico. Os dois começam a ser amigos e discutem muita coisa a respeito de Riley, braço direito de Victoria, a criadora do exército de vampiros recém-criados. Só fiquei intrigada com o tanto de facilidade que Diego tem para confiar em Bree. Analisemos a situação: ele era o braço direito de Riley, tinha conhecimento dos vampiros idiotas que ali o cercavam, e sabia que podia ser ferrado a qualquer momento. Mas ao mesmo tempo, conta tudo o que acha de seu amigo para Bree, que conhecera há apenas algumas horas. Foi rápido demais.

E lá vem Meyer com seu romance garota-quieta-e-garoto-popular. Riley confiava demasiadamente em Diego, e este era respeitado por todos os vampiros ali. Por que ele teria que notar em Bree? A ratinha que apreciava mais ficar em sua toca do que enfrentar o gato e comer o queijo? Nisso ela realmente não mudou, continua o mesmo tipo de romance previsível.

O nível de assassinatos durante o livro é enorme. E o casal é realmente fofo. Adorei saber mais sobre o passado de Bree e Diego, mas confesso que também adoraria visualizar que tipo de garoto humano fora Raoul. Um personagem significativo morre no final da história, e eu gostaria de saber exatamente como, pois a protagonista tem apenas uma ideia do que é, mas não sabe ao certo.

No final, eu amei o livro. Apenas senti falta de alguns detalhes mínimos, e acho que Meyer podia ter dado uma inovada no romance, mas nada muito gritante. Bree não é uma personagem estúpida como a Bella (amo Crepúsculo, mas esse é um fato), é bastante inteligente e em meu ponto de vista, Bella deveria ser morta em seu lugar.