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23/01/2014

[Pipoca Encantada] 5 motivos para você assistir Desenrola!



Oi, gente! Como vocês estão?

Hoje vou apresentar a vocês 5 motivos para que assistam ao filme Desenrola, que estará passando no Megapix às 14h10. A minha sessão já está reservada pela Sky, mas será que eu consigo convencê-los a fazer o mesmo?

Vamos ver!



Sinopse: Aos 16 anos de idade, a romântica Priscila (Olívia Torres) se vê pela primeira vez sozinha em casa: a mãe viajou a trabalho e vai passar 20 dias fora. É neste curto espaço de tempo que sua vida passa por grandes mudanças e diversas -primeiras vezes- acontecem. É também o tempo que ela terá para conquistar seu adorado Rafa (Kayky Brito), e com ele ter o seu primeiro romance sério. O que não será nada fácil, já que, como ela verá, nada é exatamente como esperava. Para concretizar seus planos, Priscila conta com a cumplicidade do seu melhor amigo, Caco (Daniel Passi), e a oposição de Boca (Lucas Salles), o garoto mais ingênuo da escola, que secretamente sonha em tê-la como namorada. É no meio de uma confusão de hormônios, sentimentos e expectativas, que tudo rola... e Desenrola.

Por que você deve assistir?


1. O filme é muito fofo! Se você curte longas que falem a respeito da vida adolescente, vai curtir bastante. Desenrola é um desses filmes que retratam a vida nesse período que a gente tanto ama e odeia, com todos os dramas escolares, romances e momentos divertidos. Se está à procura de algo com essa temática, prepare a pipoca amanteigada e os docinhos, pois você com certeza vai curtir.

2. Nada de historinha pra boi dormir, Desenrola é realista! Apesar de retratar algo fácil e cotidiano, tem muitos longas por aí que não são fiéis a realidade que vivemos e mostram príncipes perfeitos e situações impossíveis de acontecer. Além de citar fatos divertidos e críveis ao nosso cotidiano, esse filme é totalmente de acordo com a realidade. Então, se você estiver esperando por um conto de fadas digno de Hollywood, pode parar.

3. É produção nacional! Isso aí que você acabou de ler. Ultimamente, o cinema nacional tem evoluído bastante e os filmes do mercado estão se saindo muito bem. Eu sou muito fã das comédias nacionais! Além de contar com as piadinhas que a gente já conhece e a rotina familiar, dá pra identificar os cenários e acompanhar o elenco com mais facilidade.

4. A duração é curtinha. Se você não curtir o filme e estiver desanimado(a) quanto a continuar, é só mudar de canal e relaxar. Mas se mesmo assim quiser dar uma chance ao filme, não tem problema: ele só dura míseros 95 minutos, não é nenhum torrão de duas ou três horas.

5. Não é bobinho. Se não quer assistir por estar com medo dos personagens de 16/17 anos agirem como criancinhas de 12, pode se ajeitar no sofá com calma e fechar as cortinas. Além de tratar um pouco sobre a sexualidade adolescente sem abusar, o filme contém o drama típico da idade, junto com as inseguranças e probleminhas que todo mundo sabe que temos. Nada de mais ou menos, é dosado na maneira certa!

E aí, gostaram?

Vale a pena dar uma chance ao filme, é um dos meus favoritos! Seja apenas por um passatempo, reservem o horário para Desenrola e garantam boas risadas.

Até mais!


16/01/2014

[Pipoca Encantada] A Menina que Roubava Livros



Considerada como uma das adaptações mais esperadas de 2014, A Menina que Roubava Livros deixou muitos leitores curiosos. Conhecido por gerar muito impacto entre críticos e leitores assíduos, o livro foi capaz de arrebatar muita gente envolvida no meio literário. Tanto amor e favoritismo em relação à obra gerou muita aflição e expectativa quanto a sua chegada nas telonas: será que o filme deixaria a desejar? Os atores escalados exerceriam seus papéis com eficiência? Espectadores se emocionariam na sala de cinema tanto quanto durante a leitura do livro?

Mesmo não tendo lido a obra original – o que para mim é comum, quando se trata de assistir adaptações – entrei na sala acompanhada da Camille, a quem agradeço muito pelo convite e sob patrocínio da Editora Intrínseca, com tantas expectativas quanto seus leitores, curiosa por não saber muito sobre a trama e ao mesmo tempo aflita por já ter ideia de que seria algo muito emocionante.

A história já começa com uma cena de dar dó, na Alemanha nazista, quando a caminho de ser recebida por uma nova família, Liesel (Sophie Nélisse) perde o irmão. Durante o enterro do mesmo, ela observa enquanto o coveiro derruba um livro do bolso e o apanha sem pensar duas vezes. A seguir, ela o guarda com carinho, tendo nele a lembrança de seu irmão e sua mãe, que por ser comunista, provavelmente foi pega por Hitler.

Ao ser recebida pela família, se depara com "um homem com o coração de acordeão" e uma "mulher trovão". Apesar de no começo, sua adaptação ser um tanto quanto difícil, é visível a afinidade que a menina conquista com o pai adotivo, Hans Hubermann (Geoffrey Rush), o qual começa a lhe alfabetizar no porão da casa e fazer de tudo para que Liesel seja amada e bem recebida em seu novo lar.



Durante o longa, podemos acompanhar toda a frieza e clima da guerra mundial entre os alemãos. Discursos são feitos, cantigas com ideais absurdos são entoadas por crianças de doze anos de idade, livros são queimados (ai, que dor no coração), revistas são realizadas para evitar que judeus e fugitivos escapem das garras do Fürher e a agressão rola solta em quem tentar impedir.

É nessa atmosfera de constantes perdas, temores e sofrimento, que Liesel conhece Rudy (Nico Liersch), um garotinho muito simpático que logo de início demonstra sinais de afeição pela personagem. Entre brincadeiras e apostas de corrida, o casalzinho desenvolve uma amizade segura pela confiança, lealdade e todo o prazer que só os melhores amigos encontram juntos.

Vale pontuar que essas crianças atuam muito bem! Sophie Nélisse soube expressar emoção quando necessário e suportar toda a carga emocional da personagem, tocando o espectador nos momentos de ápice do filme e criando uma imagem inesquecível da pequena Liesel. Já Nico Liersch preencheu seu papel com toda a ingenuidade, esperteza e vontade de viver de uma criança, ainda que vivendo em tempos de guerra, nos quais tinha suas opiniões oprimidas pelo rigoroso regime da época.



E se você pensa que o título foi atribuído apenas pelo pequeno furto cometido por Liesel no começo da história, está enganadíssimo! Com o desenrolar do filme, a menina acaba se afeiçoando mais à seus pais adotivos e compreendendo melhor o temperamento forte de sua mãe, Rosa (Emily Watson), descrita por ela como a "mulher trovão".

E é com muita aflição que em um dia qualquer, a tal mulher trovão e seu marido resolvem acolher um judeu com quem Hans tem uma dívida de vida. Seu nome é Max (Ben Schnetzer) e aos poucos, ele se revela como um jovem muito cativante, que desperta a amizade e carinho da tão querida Liesel, que agora já sabe ler e tem uma curiosidade enorme a respeito das palavras e livros que encontra por aí.

Mas como nem tudo são flores, muito menos no universo de A Menina que Roubava Livros, Max, por estar vivendo em condições precárias como fugitivo, acaba adoecendo, causando preocupação grandiosa entre os membros da pobre família. Isso faz com que Liesel passe a roubar mais livros, dessa vez da primeira dama (Barbara Auer), moça que abre as portas de sua biblioteca particular para ela. Por que ela os rouba? Simplesmente para poder ler em voz alta para Max, com o simples objetivo de que ele melhore da doença e cale sua aflição.



Acho que já contei muito sobre a trama do filme, se soltar mais os dedos vou acabar contando spoilers. Concluo essa crítica dizendo que vale a pena sim! Esse é um longa metragem pra lá de emocionante, dotado de um elenco cativante e que sabe o que faz, encarnando seus papéis com muita veracidade e espontaneidade.

É sofrível, Nath? Sim, demais! Perdi as contas de quantas vezes chorei na sala de cinema. As cenas de clímax foram muito bem executadas, então podem preparar os lencinhos e toalhinhas para enxugar as lágrimas, pois serão muitas. Mas além de emocionante, esse é um filme que vai te cativar por inteiro. Se você for leitor mesmo, vai se identificar com a curiosidade de Liesel perante a leitura e se emocionar com a mensagem sobre família e superação que não foi deixada para trás. Super recomendo!


23/12/2013

As adaptações mais esperadas de 2014!



Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Continuamente, vários títulos que lemos e gostamos estão sendo transferidos para as telonas dos cinemas. E hoje eu venho trazer para vocês as seis adaptações cinematográficas que mais estão causando borboletas no estômago dos leitores e cinéfilos de plantão.


A Culpa É das Estrelas

Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


O que eu espero do filme?

Confesso que não me emocionei muito com o livro, ao contrário de muita gente. Ando acompanhando a produção do longa e espero que este possa me tocar, uma vez que isso surpreendentemente não aconteceu durante a leitura do livro no qual foi baseado. Não sei ao certo se peguei meu exemplar para ler no momento errado, mas é certeza que vou reler a obra para tirar a dúvida.

Considerado como um dos fenômenos lançados pela Intrínseca em 2013, A Culpa É das Estrelas chamou atenção para seu autor, John Green, além de conquistar milhares de fãs no Brasil. Tanto alarde me fez estranhar muito o fato de eu ter ido contra a correnteza. Será que o filme conseguirá mudar isso? Isso é o que veremos ano que vem!

Estréia: 6 de junho nos Estados Unidos.




A Menina que Roubava Livros

Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.


O que eu espero do filme?

Outra confissão: tenho um trauma com esse livro, hahahaha. Pode ser difícil de acreditar, mas uma menina roubou o meu exemplar da obra e eu acabei não lendo até hoje. Fiquei tão chocada que procrastinei a compra do livro e pode ser que até a estréia eu ainda não tenha lido. Mas é certeza que vou assistir ao filme com a minha prima!

Traumas à parte, pelo trailer incrível que assisti e segundo as imagens muito bonitas que vi retratando a produção da adaptação, esse filme promete! O livro encantou muita gente - muita gente mesmo! - e espero que possa acontecer o mesmo comigo. Apesar de saber que a adaptação dificilmente poderá ser comparada ao livro, irei para o cinema com expectativas altíssimas!

Estréia: 31 de janeiro no Brasil.




Divergente

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


O que eu espero do filme?

Divergente foi uma ótima surpresa para mim! Eu adorei o livro e os ideais que ele defende. Com isso, vocês já devem deduzir o quanto estou louca pela estréia do filme. Só para vocês terem uma ideia, é uma das que eu mais estou aguardando. Se tiver pré-estréia aqui, darei o meu jeito para conseguir garantir o meu ingresso (e o do meu namorado, companhia certa).

Quanto à produção do filme, tudo está cooperando para que a adaptação seja maravilhosa. Não consigo imaginar ninguém menos que Shailene Woodley (que também está no elenco principal de A Culpa É das Estrelas) como Tris e, embora tenha demorado a aceitar Theo James como Quatro, logo ele também me convenceu. Cada teaser liberado é um pulinho de alegria que o meu coração dá, estou mega ansiosa.

Estréia: 21 de março no Brasil e nos Estados Unidos.


A Esperança

Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?


O que eu espero do filme?

OMG, estou aguardando ansiosamente por essa adaptação desde que me entendo por tributo. A estréia está tão longe que o filme ainda não tem pôster (o que você pode ver ao lado é o de Jogos Vorazes), mas o tempo vai se encarregar de passar rapidinho e trazer mais uma produção maravilhosa para as telonas. A Esperança Parte Um tem tudo para ser um dos melhores filmes da franquia, se tudo der certo. Já prevejo um chororô danado nas salas de todos os cinemas e muita gritaria por parte de vários fãs.

É o longa pelo qual mais espero, sem dúvida! Quero muito saber como os produtores do filme vão passar as linhas do terceiro livro da trilogia para a atuação ferrenha de Jennifer Lawrence e seus companheiros, uma vez que considero a escolha de atores sensacional desde o primeiro filme. Amei Catching Fire e espero também amar Mockingjay com todas as minhas forças!

Estréia: 14 de novembro no Brasil.



Academia de Vampiros

Sinopse: Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi - os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.

Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola.

Mas isso é só o começo. Em O beijo das sombras, Lissa e Rose retomam não apenas a rotina de estudos na São Vladimir como também o convívio com a fútil hierarquia estudantil, dividida entre aqueles que pertencem e os que não pertencem às famílias reais de vampiros. São obrigadas a relembrar as causas de sua fuga e a enfrentar suas temíveis consequências. E, quem sabe, poderão encontrar um par romântico aqui e outro ali. Mais importante, Rose descobre por que Lissa é assim tão especial: que poderes se escondem por trás de seu doce e inocente olhar?

Richelle Mead dá uma nova face à literatura vampiresca com este romance: mais ácida, apimentada e inteligente do que nunca, a saga dos Moroi e seus guardiões surpreende pelas reviravoltas e pela ousadia desses cativantes personagens.


O que eu espero do filme?

Outro OMG! Como assim? Minha série de vampiros preferida será exibida nas telonas? Oi? Hora de surtar, peraí! Eu ainda não consigo acreditar que a história desenvolvida e escrita por Richelle Mead terá o seu lugar nas salas de diversos cinemas. Meu namorado que me desculpe, mas o Dimitri é um dos mocinhos mais perfeitos desse mundo, não sei nem como vou reagir à sua aparição no cinema *fangirl mode on*

Essa adaptação está ocupando o segundo lugar no ranking das mais esperadas por mim (fica atrás de A Esperança, hoho) e eu estou torcendo para não me decepcionar. Alguns teasers já foram liberados e me roubaram diversos suspiros, eu adorei a escolha de atores (apesar da Rose não ter tanto corpo quanto descrito no livro) e enxerguei uma química pra lá de forte entre os personagens principais. Bom... Agora só me resta ter paciência e esperar fervorosamente pela estréia.

Estréia: 14 de fevereiro nos Estados Unidos.



Maze Runner

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.

Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.



O que eu espero do filme?

Ainda não li o livro que deu origem ao longa, mas espero muito ter a oportunidade de ler em breve. Me falaram muito bem da série e um ponto que me fez ficar ansiosa pela estréia da adaptação foi a escalação da Kaya Scodelario, atriz que estrelou uma das minhas personagens preferidas de Skins, para o elenco.

Com a Kaya no elenco, não posso esperar menos do que pelo menos uma atuação fabulosa. A trama que a produção promete está me deixando muito instigada, vou correr para garantir meu lugar na estréia. O cenário exposto no pôster parece bem diferente e inusitado, realmente espero que não ferrem com o filme!


Estréia: 19 de setembro nos Estados Unidos.