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09/10/2014

8 dicas para melhorar o seu inglês!



Quando eu voltei pro curso (para quem não sabe, tenho aulas na Cultura Inglesa toda terça e quinta), muitas pessoas me perguntaram como eu consegui melhorar o meu inglês a ponto de pular dois níveis intermediários. Como eu sei que tem bastante gente aqui que não tem dinheiro pra bancar um curso - que costuma ser bastante caro, resolvi deixar as minhas dicas pessoais para o estudo e aprimoramento da língua.

1. Invista seu tempo em um curso online ou nas aulas da escola. Eu disse que não estava no curso pago, mas não descartei as aulas da escola e o curso online (gratuito). Para quem já saiu da escola faz tempo e não tem qualquer contato com o inglês, eu recomendo que se filie ao Busuu e inicie já o seu módulo de aprendizagem! Ele vai te dar uma base superficial? Sim, mas já é alguma coisa. Para o pessoal que ainda está na escola, vai parecer bobagem, mas é bom dedicar uma atenção extra às aulas de inglês, pois algumas lições importantíssimas de gramática são ensinadas ao decorrer delas. Acredite ou não, muitas delas você vai precisar usar para o resto da sua vida.

2. Esteja sempre em contato com o idioma. Hoje em dia não é muito difícil de ouvir pelo menos uma ou duas palavrinhas em inglês ao longo do dia. Tem sempre alguém que usa uma expressão em inglês para explicar alguma coisa, uma música cantada na língua que está sua playlist ou mesmo a marca de algum objeto que foi criada em inglês. O que vai te ajudar a se acostumar e adicionar uma palavrinha ou outra ao seu vocabulário pessoal vai ser isso: deixar o inglês entrar na sua vida o máximo que puder, sem restrições. Para começar, vale mudar o idioma das suas redes sociais, por exemplo. Parece algo pequeno e desnecessário, mas ajuda muito.

3. Procure traduzir e ouvir músicas em inglês. Uma coisa que me ajudou bastante quando eu não tinha noção de vocabulário e conjugação de verbo foi isso: traduzir músicas e caçar o significado das palavras. Além de conhecer muitas gírias, ouvir as músicas vai te dar uma margem muito boa da pronúncia correta das palavras, como também te ajudará a captar o som e se acostumar a ouví-las e reconhecê-las. Dentro de algum tempo, você nem vai precisar acompanhar a letra por escrito para saber do que ela se trata, vai por mim!

4. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Se você tiver algum amigo que seja muito bom em inglês ou um professor que se esforça para motivar a turma, vale a pena pedir um bizu. No meu caso, eu costumo ajudar vários colegas de classe que possuem dúvidas e sempre vale a pena. Eu que já tenho a experiência, exercito o meu conhecimento ao passá-lo para a pessoa em questão e o interessado ainda ganha as minhas dicas pessoais de bônus. Estar perto de pessoas que já lidam com o idioma há um tempo é sempre bom para ter uma ideia de como elas chegaram até lá.



5. Sempre assista a filmes e seriados legendados. É quase o mesmo caso das músicas, só que você aprende muito mais quando assiste os programas de televisão. Por que? Muito fácil: as músicas tem curta duração, enquanto esses programas podem durar de vinte minutos a duas horas. Sem contar que ao liberar o idioma original, você terá noção de como soam vários sotaques diferentes (acredite, o inglês tem muitas variações) e saberá lidar melhor com a entonação dos diálogos - o que é muito importante na hora de se comunicar. Com o tempo, você pode tentar retirar as legendas para ter uma noção do quanto consegue entender.

6. Tenha contato com qualquer tipo de material escrito em inglês. Sempre que puder, é muito legal ler as notícias em inglês ou até mesmo, procurar sobre aquela matéria específica na wiki americana/britânica. Quanto mais imerso na língua você estiver, melhor! Vale também começar ler blogs americanos ou britânicos que falem de assuntos que você goste. Quando estiver mais seguro e se já possuir um inglês intermediário, a melhor dica é começar a ler livros na íntegra. Esse tipo de leitura vai te dar uma base enorme do vocabulário atual e de algumas regrinhas que os americanos usam na hora de escrever.

7. Faça um dicionário manual. Uma coisa que me ajuda muito hoje em dia é anotar as palavras diferentes que eu aprendo. Nos livros, os autores costumam usar um vocabulário diferente do que a gente aprende no curso para escrever - o que é super normal, já que eles tem sempre que fazer uso de vários sinônimos para a linguagem do livro não ficar repetitiva. Por causa disso, eu acabei aprendendo várias palavras novas e em decorrência disso, esquecendo o significado de algumas delas. Resolvi meu problema em dois tempos: passei a anotar em um caderno separado todos os significados das palavras que eu encontrava com mais frequência e as exercitei oralmente até que elas fizessem parte do meu vocabulário. É uma atividade simples, fácil, que não ocupa muito tempo e no final, vai te garantir ótimos resultados.

8. Seja paciente. Não é de um dia pro outro que você vai aprender tudo e se tornar fluente! É necessário se dedicar e estudar bastante para alcançar esse ponto. Eu, por exemplo, comecei a me dedicar mais ao inglês em 2008 e alcancei a fluência só em 2012! Por isso, é essencial que você não desanime e aprenda com seus erros para acertar cada vez mais. Vai ser um pouquinho complicado para quem tiver dificuldade, mas com muito esforço e dedicação, é possível chegar lá!

Espero que esse post tenha ajudado a todos que não tem conhecimento do inglês e querem um incentivo para começar a aprender a língua ou até mesmo a quem já tem alguma noção do idioma e quer melhorá-lo ainda mais. Caso essas dicas tenham sido úteis para vocês, não deixem de comentar e me falar sobre como está sendo a experiência! Se tiverem alguma sugestão para adicionar, também deixei aí embaixo, para que eu possa fazer um update no post.

Até mais!


22/06/2014

Diários de intercâmbio que valem o seu play!



Oi, gente! Como é que vocês estão?

Mais uma vez, eu estou cansadíssima! As provas estão me consumindo (sim, eu ainda não entrei de férias) e o ritmo casa-escola-trabalho-casa não para. Andei meio ausente no blog por causa disso também, o que tem me deixado super insatisfeita, mas é a situação atual.

Como nesses dias que eu tirei "folga" do blog a única coisa que eu tenho feito é assistir vídeos no Youtube e ler bastante, resolvi tirar proveito desses passatempos, começando por um tipo de vídeo muito legal que eu nunca tinha assistido antes: o diário de intercâmbio.

Você que também quer realizar essa experiência vai adorar esse post! Através desses vídeos, eu descobri que tem sim, muita coisa bacana em viajar por aí e trocar de família por um tempo, mas também existe bastante burocracia envolvida (duh) e alguns pontos fracos que a gente não deve ignorar.



O Matheus Penariol foi o primeiro intercambista a quem eu assisti. Ele fez o high school em uma cidadezinha no Maine, norte dos Estados Unidos (perto da morada do Stephen King). Além de super engraçado e dinâmico, o Matheus nos mostra toda a realidade de um intercambista e é bem explicativo em seus vídeos, que são bem curtinhos.



A Thalita Ferraz foi outra vlogger que eu curti muito assistir. Ela está fazendo o au pair em Chicago, USA e além de estudar, trabalha com crianças, ganhando uma certa quantia por semana (seguindo o modelo de au pair). Esse vídeo dela é bem explicativo e como ela tem bastante jeitinho pra falar (tem vídeo que enjoa, gente), não me cansei de ouvir todas as explicações que ela deu.



A Ivi Melquiades foi a terceira intercambista que me contou sua experiência através dos vídeos. Não sei em que região ela está fazendo o intercâmbio, mas o modelo é au pair, como o da Thalita. Achei o canal dela bem interessante, pois além de falar dos dates (encontros americanos), a Ivi pediu para que sua host mom gravasse um vídeo sobre a experiência que tem em sua função e ainda permitiu que a Ivi gravasse alguns vídeos com a sua kid, que é a criança de quem ela cuida. Os vídeos são bem longos, mas todo o conteúdo pode ser bem aproveitado por quem está realmente a fim de se aventurar pelo programa.


E aí, curtiram as dicas? Espero pelos comentários de vocês!

Até mais!


25/03/2014

Quer organizar sua estante? Vem que eu te ajudo!



Finalmente, você comprou sua estante! Adeus pilhas de livros por todo lugar, amassadinhos inconvenientes e pais reclamando sobre sua bagunça e falta de espaço literária. Ufa, adeus reclamações e dores de cabeça. Mas pera... E agora, por onde começar? Você só enxerga pilhas e pilhas de livro por todo o quarto e não tem ideia de como encaixá-los em ordem coerente? Então calma, não precisa se desesperar. Eu já passei por essa situação e vou contar tudinho sobre isso nesse post, te mostrando como organizar seus livros de acordo com o seu gosto.

1. Ordem Alfabética - se você é uma daquelas pessoas organizadíssimas e que não gosta de sair do padrão estimado, a organização por ordem alfabética é uma boa. Para facilitar as coisas, você pode escolher se quer organizar seus livros por autor, título ou editora (aconselho que seja por editora), et voilá, é só começar a arrumar.

2. Por autor - pode ser dentro da opção acima ou fora, se você preferir. É só pegar cada livro dos autores que você tem em sua estante e ir juntando em pilhas, para depois decidir quem vai se encaixar onde. Eu não recomendo esse método, pois existem vários autores por aí e a cada dia surgem mais, mas quem decide isso é você.

3. Por editora - quase a mesma coisa que eu disse acima, só que mais prático. Pode ser por ordem alfabética, ou não. É o método que eu uso, por achar mais bonitinho e eficaz. Ficou em dúvida sobre o que eu quis dizer com o "bonitinho"? Fácil, pense em vários livros juntos, com o mesmo símbolo na lombada. Dá até orgulho de admirar! É o método mais prático para quem planeja ter uma biblioteca ou colecionar muitos livros, pois na hora de ler, é só lembrar por qual editora o livro foi publicado.

4. Por gênero - esse era o método que minha mãe queria que eu seguisse, mas achei muito difícil. Sabe por que? Existem muitos gêneros e subgêneros, por exemplo: romance, pode virar romance histórico, chick-lit, YA contemporâneo, new adult... Todos eles contém romance na maioria das vezes, mas não são categorizados apenas como romance. É mais prático para quem tem menos livros e não tem o hábito de comprar tantos, mas para mim não rola.



5. Por ano de publicação - acho esse método muito absurdo, mas acredite ou não, há quem siga. Vai ser mais trabalhoso olhar dentro do livro e procurar pelo ano em que o mesmo foi publicado, mas você pode fazer isso! Se quiser, uma dica válida é colocar etiquetas na barra da prateleira, para que tudo fique mais organizado. Quem sabe até organizar cada ano por ordem alfabética... Vai da sua criatividade!

6. Pela cor da lombada - admiro quem tem coragem de usar esse método, pois eu sou muito enrolada para tentar. O resultado é a sua estante transformada em um grande arco-íris, mas para chegar a ele, você terá que ter muito esforço e dedicação. Basta abrir um grande arco-íris no computador e se guiar por ele, organizando pilhas segundo as cores das lombadas de seus livros. Se você gostar muito de exibir sua estante, vai ficar bem satisfeito, mas terá que separar sagas e coleções umas das outras.

7. Pelo tamanho da lombada - nunca tentei essa maneira na minha estante, mas manualmente falando, deve ser bem complicado medir cada livro de cada vez. É legal para exterminar toda e qualquer paranoia de quem é louco por organização visual, mas como faço parte do clube dos preguiçosos de plantão, isso me daria muita dor de cabeça.

8. Por favoritismo - novamente, outro método que ainda não testei, mas já vi muita gente que o utiliza sorrindo. Se você preferir, pode pegar os livros que mais gosta e isolá-los em uma determinada prateleira da sua estante, fazendo um degradê entre os livros que mais gosta, até os que não curtiu tanto assim. Para quem costuma misturar os livros não-lidos com os lidos, é uma dica deixar os não-lidos na última prateleira da estante.


Espero que tenham curtido as dicas! Não sou exatamente uma profissional em organização, mas como resolvi pelo menos o meu problema, espero que tenha conseguido ajudar vocês também. Qualquer dúvida, questão a acrescentar ou dica que queira repassar para o post, sinta-se livre para deixar nos comentários!

Até mais!


20/01/2014

Dá uma olhada: Páginas do Facebook que valem a sua curtida!

Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Hoje venho trazer algumas páginas do Facebook que com certeza valem a sua curtida.

Continuem acompanhando!



O livro é legal, mas é uma das páginas que eu mais costumo visitar. Com montagens agradáveis e divertidas, combinando uma determinada paleta de cores com a capa do livro, essa página costuma criticar o porquê do livro precisar melhorar em certo ponto ou apenas divulgar trechos que lembrem sobre o que o livro se trata. A identificação é tanta que dá vontade de compartilhar todos os posts, gente!



Essa é a página certa para fisgar os leitores. Com indiretas sutis e montagens super fofas, a Indiretas Literárias apresenta vários posts remetendo a diversos livros e manias dos leitores. Aviso: você vai querer passar todas as imagens até ter visto todas elas, não tem como não gostar!



Originada a partir de um blog literário, a página Livros & Citações é acessada por mais de quinhentas mil pessoas, graças ao seu conteúdo original e criativo. Por lá você encontra posts de tudo quanto é tipo: citações de livros, indiretas, tirinhas de humor, memes, resenhas e notícias sobre o mundo literário. É um prato cheio pra quem curte o mundo da literatura!



É leitor assíduo e já perdeu as contas de quantas séries tem para ler, já leu e precisa comprar? A Sobre Sagas é a página certa para você! Nela, são postados memes, indiretas, tirinhas, montagens, frases, vines e tudo quanto é tipo de post sobre o mundo das sagas. Seja fã de Harry Potter, Jogos Vorazes, Senhor dos Anéis ou Pretty Little Liars, lá você vai encontrar o seu espaço e até quem sabe, garantir boas recomendações sobre as sagas que bombam na literatura.



Achei essa página semana passada e de cara ganhou a minha curtida! A Phrases de Livros é daquelas que possui uma enorme variedade de posts, mas que foca nas frases e imagens que remetam a livros em especial. Não tem como não se identificar e querer deixar uma curtida em cada post produzido por seu adm, quem for viciado em livros vai se apaixonar.


E aí, curtiram as indicações? Já tinham curtido antes? Espero pela opinião de vocês nos comentários!

Até mais!


18/01/2014

O que considerar antes de entrar para a blogosfera.



Hoje em dia, o que mais vemos são blogs em formação. Se antes as bookaholics interneteiras se desesperavam em busca de público e leitores com quem compartilhar opinião, atualmente essa aflição se abrandou consideravelmente, com a chegada de vários montinhos de pessoas ansiosas para contar para o mundo suas experiências, sendo elas literárias ou não.

Como não é raro eu receber perguntas de amigos — ou até mesmo leitores, a respeito de como se iniciar um blog, resolvi escrever esse post com algumas considerações que devem ser feitas antes que você se jogue na internet e exponha a sua opinião, bem como a sua imagem. Não sou nenhuma expert no assunto, mas acho que dois anos de experiência servem pra alguma coisa, né? Então se você está pensando em iniciar um blog sobre qualquer assunto, seria legal continuar a ler.

1. Você quer mesmo blogar?


Como relatei no post anterior, blogar é muito bom, mas também exige muita disposição do blogueiro em questão. Vale muito a pena parar um pouco e pensar se é isso mesmo que você quer, pois a experiência pode acabar te desapontando. Não quero colocar ninguém pra baixo, mas é um fato: passo muitas horas me dedicando ao blog, ainda que seja só pra verificar o e-mail ou responder alguns comentários aqui e ali. Criar conteúdo, editar posts, revisar, se ligar nas notícias, conferir as visualizações e divulgar, tudo isso dá muito trabalho e exige não só tempo, como disponibilidade de quem está atrás da telinha.

Mas não é só isso também não! Tem que ter muita força de vontade para não deixar o blog às moscas e aguentar suas fases. Se você quer mesmo ter o seu próprio espaço e ser bem recebido, tem que estar bem preparado para críticas, leitores em falta, spam e até mesmo alguns haters.

2. Você entende de html?


Agora que você já decidiu que quer mesmo entrar para o clube dos blogueiros, vem a próxima pergunta: você entende de html? Se não tem ideia do que quer que seja isso, vá logo pesquisar, pois você vai precisar entender pelo menos o básico da codificação para conseguir se virar e manter seu blog. Outra coisa legal é aprender a se organizar com os códigos, porque ninguém gosta de acessar blogs com posts desorganizados e sem pé nem cabeça né, gente? Muito menos aqueles que exibem uma sobrecarga enorme de arquivos visuais e cores que cegam até a alma.

Se não tem ideia de por onde começar, te indico o Kawaii World, que apesar de ser de uma amiga minha de longa data (não é puxa-saquismo, juro!), é super completo e vai tirar todas as suas dúvidas sobre html, css, photoshop e o que quer que seja.

3. Você escreve bem?


Essa é uma consideração muito importante a se fazer antes de começar a blogar. Já li posts de muitos blogs por aí contendo erros gramaticais absurdos, do tipo que a gente aprende a corrigir na quarta série. Vou falar pra você, ninguém gosta de ler um blog cheio de erros de português, por mais bobos que sejam. A pessoa pode ter viajado a Europa inteira e se comunicado com todos os gringos de maneira fluente, não interessa, o que importa aqui e agora na blogosfera é o português e como você o usa para se expressar.

Se anda inseguro com o que escreve e posta, faça do dicionário e de revisores de confiança os seus melhores amigos. Não é vergonha pra ninguém querer aprender e você ainda vai ser bem visto por estar se esforçando para trazer conteúdo de qualidade aos seus leitores.

4. Só fale sobre o que gosta e entende.


Como muitas outras blogueiras, antes de criar o meu blog definitivo, afundei com muitos outros. Mas sabem qual era o verdadeiro problema, no final das contas? Eu não sabia quase nada sobre o que queria falar! É muito importante ter uma ideia vasta a respeito do assunto que você quer abordar no seu blog, já que não vai ser um mês de postagens que vai te manter no ar. O limite é inexistente e muita criatividade e vontade de escrever é necessária no processo, então se prepare para revirar seu assunto preferido de cabeça para baixo, pois você vai ter muito a falar sobre ele.

5. Não se limite, o blog é seu!


Tem muita gente que curte seguir padrões e se restringir à chamada concorrência. Acho isso um dos maiores erros que um blogueiro pode cometer! Como eu cheguei a essa conclusão? Avaliando a mim mesma. Já fui de ficar fuxicando o que era tendência para repetí-la, mas um tempo depois, aprendi que só se destaca (oh!) quem é original. Queridos, levem essa frase a sério! Ninguém quer saber de conteúdo repetido, pra que visitar um blog se ele for igual a tantos outros? A solução é se jogar de cabeça dentro dele, deixar sua personalidade cravada no seu espaço para que todo mundo a identifique assim que entrar.

Não crie regras para si mesmo, apenas escreva sobre o que gosta, entende e deixe implícito que você comanda o teclado em cada linha que escreve. Todo leitor adora se aproximar de um blogueiro que admira, então faça com que esse blogueiro seja você!

6. Não compensa investir agora.


Quer começar com o pé direito e gastar dinheiro em domínio, contratação de uma designer, camisetas, marcadores e banners? Então para, que você está fazendo tudo errado! É muito arriscado começar a investir agora que o seu cantinho ainda nem está construído. Vai que daqui a uma duas semanas, bate uma vontade de desistir e você joga tudo pro alto? Vai acabar saindo no prejuízo! A gente pensa que não vai desistir e vai continuar firme e forte, mas às vezes a vontade vem como uma avalanche e você não abre o editor por nada nesse mundo. Acredite, isso já aconteceu comigo mais de três vezes antes de eu começar a blogar pra valer. Se existe a etapa do início, pra que pular logo pro meio? Aproveite cada fase do seu blog e comece do básico mesmo. Se der certo, você pode evoluir à vontade que ninguém vai fazer piadinha de pokémon (como eu acabei de fazer, oi).

7. Faça por você, não pelas parcerias.


Esse tópico é muito discutido em vários posts de dicas para blogueiros iniciantes e eu vou revisitá-lo aqui. As parcerias costumam demorar a aparecer e não vão ser elas que vão te sustentar naquele dia em que nada está dando certo e você não tem vontade nenhuma de sentar na cadeira para escrever. Pelo contrário, as parcerias só dificultam ainda mais o trabalho, pois representam um ato de compromisso, mão dupla e confiança. Às vezes, é difícil olhar para a estante e não sentir uma culpa enorme ao ver tantos livros de parceria não lidos. Eu faço o possível, mas leitura exige tempo e gosto, não adianta tentar tornar um hábito prazeroso em uma obrigação apenas para satisfazer alguém.

É importantíssimo lembrar que dependendo do seu trabalho, as parcerias vão te ajudar ou te atrapalhar, então não perca seu tempo blogando apenas por parcerias e regalias, nunca dá certo. Faça isso por você, pelo seu amor ao que faz e fome de compartilhar o que gosta. É isso que vai te levar para frente quando a vontade de desistir apitar.

8. Seja disponível.


Algum leitor te contatou, mandou e-mail ou deixou uma dúvida por comentário? Não hesite ao responder. É muito importante estar sempre disponível tanto para os leitores, quanto para eventos que possam surgir, seja como convidado ou parte do público. O que, você estava achando que blogar se restringe a ficar em casa digitando? Nananinanão! Vários eventos estão por aí prontos para receber blogueiras de diversos públicos. Alguns deles são organizados pela mídia ou até mesmo por outros blogueiros, que gostam de se encontrar e trocar figurinhas. Esteja pronto para apresentar seu blog e não ter vergonha de quem encontrar por lá, ser simpático e receptivo é fundamental.

9. Esteja livre para atualizar sempre que puder.


Tenha certeza de que você sempre vai poder estar atualizando o seu blog. Leitor ativo curte muito entrar na página e poder ler posts novos! É muito chato acompanhar um blog legal e não receber atualizações do mesmo por muito tempo. Eu sempre atualizo o meu quando dá (e quando a preguiça não bate), mas é legal atualizar todo dia e quando tiver chance, reserve algumas horinhas para abrir seu editor e deslizar os dedos de uma tecla a outra, para escrever algo que sacie seu público. Vale programar postagens e deixar rascunhos em aberto, para escrever quando tiver vontade.

E aí, foi?


Bom, gente, acho que é isso! Se você ainda tem dúvidas sobre o que fazer antes de entrar para a blogosfera, deixe nos comentários para que eu possa dar um update básico no post, mas acho que por alto é isso aí. Se tiver alguma questão que queira resolver comigo no privado, estou quase sempre online no Facebook, basta me chamar via inbox.

Desejo toda a boa sorte e sucesso àqueles que depois de todos esses tópicos, resolveram seguir em frente e começar um espaço próprio por aqui, sejam todos bem vindos!


12/11/2013

Comece a ler clássicos!

Oi, gente! Como vão?

Como vocês sabem, sou uma pessoa que costuma estar sempre online na internet (quase sempre no Facebook). Acontece que numa dessas vezes em que eu estava acessando meu feed, dei de cara com uma imagem, escaneada da Revista Veja, que seria muito legal para ajudar a certos leitores que não tem o hábito de ler clássicos, como eu, a aprender a mudar isso.

A imagem se resume a um esqueminha que mostra como você pode ler um livro e fazer com que este te leve a outro. Eu salvei em uma pasta pra consultar mais tarde e acabei lembrando dela na hora de escrever mais um post para vocês.



Essa é para você que já foi twilighter! Que tal ver se você se identifica com O Morro dos Ventos Uivantes ou o famoso Drácula? Já posso me direcionar a Orgulho e Preconceito ou Grandes Esperanças, uma vez que já li o primeiro clássico mencionado (deixa eu contar um segredinho pra vocês? Eu adorei!) na reportagem.



Essa é para você que se emocionou com a obra A Cabana e não pode esperar por algo similar. Eu já não consegui terminar o livro (achei muito maçante), então prefiro pular esse esquema. Quem sabe algum dia, quando eu estiver um pouco mais madura, eu dê outra chance?



Essa não tem erro! Grande parte dos leitores curte um bom romance do Nicholas Sparks (alôu, a XVI Bienal do Livro Rio provou isso para quem quer que estivesse em dúvida). Não é muito o meu caso, mas qualquer dia vou tentar seguir esse esquema e ver no que dá, uma vez que sou chegada a um romancinho, dependendo do clima.

Até a próxima!

Então, animados para devorar clássicos? Eu estou! E é por isso que prometo a vocês tentar seguir pelo menos um esquema até o final do ano que vem. Fico em dúvida se vou conseguir, mas acredito que vale a tentativa.


13/02/2013

Mais livros, menos gastos!


Muitos amigos meus me perguntam quantos livros eu tenho, pelo fato de eu trazer diversos deles para a escola. Quando digo que possuo mais de cento e cinquenta obras em minha estante, as pessoas já acham que eu sou rica ou algo do tipo. Sempre trazia meus companheiros para tornar as aulas menos cansativas com a maior naturalidade, até que começaram a me perguntar qual era o segredo para comprar vários livros com tanta frequência.

Como eu atualmente estou trabalhando em viciar os meus amigos na prática maravilhosa da leitura, resolvi postar dicas de como adquirí-los sem gastar muito dinheiro, para que tanto eles quanto vocês, leitores do blog, possam ampliar suas coleções pessoais ao mesmo tempo que economizam.

Conhecendo as lojas virtuais.

O primeiro truque que todo bookaholic consumista deve aprender é onde achar os preços mais acessíveis. Sabe aquele livro que você achou em uma livraria física por quarenta reais, mas não comprou por não querer gastar tanto em apenas uma obra? Pode ser que você o encontre em uma loja virtual pela metade do preço, ou até menos. Sim, eu estou falando sério!

Porém, como nem tudo são flores, é preciso tomar cuidado quando se compra algo pela internet. Existem por aí sites não confiáveis com o objetivo de passar a perna, então é bom comprar apenas em endereços que você já tenha usado ou que alguém de confiança tenha te recomendado. Mas não fique pensando que eu vou te deixar na pista! Aqui deixo uma lista dos sites que eu mais uso e recomendo:

Submarino - > Sempre estou comprando muitos livros por lá. Já tentei contar e localizei mais de vinte livros adquiridos por meio dessa empresa. Os preços são muito em conta, pois por várias vezes a loja conta com promoções ativas nas quais os preços das obras são drasticamente reduzidos - adquiri meu Despertar por míseros cinco reais, dá pra acreditar? - e o frete é bem baratinho, fora que nunca tive problemas com relação a atrasos na entrega e livros danificados.

Lojas Americanas - > Comprei todos os meus livros da Marian Keyes por lá. Eles sempre estão por no máximo vinte reais e com o frete bem baixinho, de tipo, um real ou dois. Pode parecer que o estoque de lá é pequeno, pois quando você entra em uma filial física, não consegue achar mais do que algumas obras da Intrínseca, Arqueiro e uma ou outra edição econômica da Galera Record, mas a loja virtual possui um bom estoque, em minha opinião. A entrega também é rápida e não costuma demorar mais do que cinco dias, fora que nunca tive problemas referentes a livros em mau estado.

Saraiva - > Pessoalmente acho a Saraiva um pouco cara, mas aposto que você concordaria comigo se tivesse ideia de quanto eu pago por meus livros em outras lojas. Mas se for o caso de você querer apostar na segurança dessa empresa tão conhecida e preferir ignorar as duas sugestões acima, não deixo de recomendá-la. Os meus exemplares de Divergente e A Seleção eu comprei na Saraiva Online, por meio de um cartão presente que ganhei no natal. Embora o frete seja um pouco - cinco reais, ao invés de dois - mais caro que o que estou acostumada a pagar, os livros chegaram no prazo estimado pela empresa, todos novinhos e sem qualquer tipo de estrago.

Fnac - > Só realizei uma compra nessa loja e não tenho do que reclamar. Os livros também chegaram no prazo estimado pela empresa e sem danos, fora que fiquei encantada pelo preço deles. Os bebês que adquiri por lá foram os meus exemplares de Sapatólatras Anônimas e O Que Te Faz Feliz, que saíram a 9,90 cada um. O frete tem quase o mesmo valor que o da Saraiva.

Comparando preços.

Agora que você já sabe onde pode comprar livros com economia, é hora de fazer a mágica acontecer. Já tem um livro em mente? Ótimo! Se não tiver, é bom dar uma olhada no catálogo das lojas e buscar um título que te agrade. Assim que souber que obra você deseja o mais rápido possível em sua estante, sugiro que abra as janelas com as lojas com as quais você mais simpatizou e procure pelo título escolhido nas ferramentas de busca.

É simples: o menor preço vence. Mas isso se você só estiver procurando por um preço específico. Pode acontecer de numa dessas, acabar dando de cara com uma promoção imperdível e decida aproveitá-la, como já aconteceu comigo várias vezes. Uma dica legal é fazer uma lista com os livros que você quer e ficar sondando o preço deles por algum tempo se não estiver satisfeito com os atuais, pode acontecer de eles abaixarem com o tempo!

Só para vocês terem ideia, é bem raro eu comprar um livro que não esteja no máximo a vinte reais. Sim, sou muito exigente com relação ao dinheiro que vai sair do meu bolso, pois meu pai vive martelando na minha cabeça as vantagens de economizar. É claro que depende muito de qual livro eu quero, né? Por exemplo, enquanto comprei meu exemplar de Circo da Noite por quinze reais, o meu Sob a Redoma me custou quarenta reais, dinheiro que eu gastei sorrindo, pois estava muito ansiosa para ler o livro. Ou seja, tudo depende do quão grande é a sua vontade de adquirir a obra.

Não confio em lojas virtuais, e agora?

É claro que não dá pra agradar todo mundo e uma boa porcentagem de leitores prefere não comprar seus livros por meio de lojas virtuais, por medo de ser enganado ou ter qualquer tipo de problema. Se você não se sente seguro, não tem problema. Ah, fala sério, você acha mesmo que eu só adquiro livros por meio das lojas virtuais? É claro que a maioria deles eu consegui por aí, mas existem outros meios.

Estou usualmente participando dos sorteios que rolam pela blogosfera literária. Eles estão em todo o lugar: Facebook, Twitter, blogs, canais literários no Youtube.... Você só precisa procurar. Eu mesma já realizei alguns sorteios aqui no Páginas Encantadas e embora seja difícil contar com a sorte e ser bem recompensado, vale a pena tentar. Alguns blogs também listam as promoções que estão ativas de vez em quando, posso citar o Murphy's Library como um deles. No Psychobooks não é difícil de se encontrar uma promoção boa, já que as meninas estão sempre colocando no ar sorteios premiando o vencedor com livros, então vale a pena ficar de olho.

Outro método que eu não uso muito, mas tem quem recorra bastante a ele, é a troca de livros. Leu, não gostou e quer passar pra frente? Há quem queira trocar um livro que seja do seu interesse pelo exemplar que você não tem mais o prazer de possuir. Eu participo de um grupo no Facebook no qual as pessoas anunciam seus livros disponíveis tanto para venda, quanto para troca. Mas outro aviso: é preciso tomar cuidado com usuários que não sejam confiáveis. Como o pagamento é por boleto bancário e não estamos falando de uma empresa, é bom estar sempre atento. Também recomendo que faça questão de saber as especificações quanto ao estado do livro, já que ele pode ser ou não, usado. De acordo com as regras do grupo, você tem todo o direito de requisitar fotos do produto a ser negociado, para que a troca/venda seja mais tranquila e seja possível evitar prejuízos.


Espero que as dicas tenham sido úteis, pois essa é a finalidade desse post. Caso você tenha alguma dúvida, pode deixar um comentário nesse post ou mandar um e-mail para natysleal@hotmail.com, responderei assim que possível!