08/12/2014

Um livro em inglês por mês #4



Oi, gente! Aqui estou eu com mais um de meus posts atrasados, #shameonme. Fico muito triste em dizer que provavelmente não vou concluir minha meta de um livro em inglês por mês no fim do ano, mas nem tudo acaba como a gente quer, né? Espero que 2015 seja melhor do que esse ano, em questão de leituras.

E enquanto 2015 não chega e 2014 ainda está se despedindo da gente, vim falar sobre um livro super fofinho que eu li recentemente e ainda não foi lançado aqui no Brasil: Meant to Be.



Já tinha ouvido falar sobre Meant to Be no blog da Giu (que agora está fora do ar) e na época, lembro que ela tinha dito que o inglês dele era super fácil. Vocês já sabem que eu não ando muito na vibe dos romances da vida, mas resolvi comprar porque 1. a história se passa em Londres, 2. sob visão turística e 3. Londres, Londres e Londres. Não tinha como essa combinação dar errado!

E não deu. A história, além de leve, flui super bem e eu não tive problema algum com a língua, seja pela modalidade usada ou por seu vocabulário (que é bem simples). Passando para os números, acredito que tenha captado 98% da essência do livro, senão 100% mesmo. Sério, gente! Para quem tá começando a ler em inglês e quer tentar um YA contemporâneo, eu recomendo bastante esse livro.

Não tem como se perder porque a autora usa palavras simples para descrever as cenas e seus personagens, por isso, não acho que vai ser difícil para quem tem um vocabulário intermediário. Dica: quem faz Cultura Inglesa vai até achar algumas palavrinhas das aulas do Master 1 entre as páginas, assim como eu. E veja lá: tem algumas abreviações em cada início de capítulo que podem atrapalhar um pouco, mas qualquer coisa basta dar um toque lá no meu Twitter que eu ajudo!



E é isso aí, pessoal! Para quem quiser mais informações sobre o livro (sinopse, história, essas coisas), basta acessar o Skoob ou se preferir, o Goodreads da obra. Espero que tenham gostado do post, principalmente das fotos, que tirei com muito carinho.

Até mais! ♥


30/11/2014

[Resenha] Inferno



Autor: Meg Cabot

Editora: Galera Record

Páginas: 336

Preço: 10,83 na Saraiva

Velocidade da leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2014
Nesta continuação do mito de Perséfone recriado por Meg Cabot, Pierce Oliviera está em um lugar entre o paraíso e o inferno. Um castelo turvo e mal iluminado, de onde pode ver os espíritos dos mortos, prontos para embarcar em sua viagem derradeira. Mas não está lá por escolha própria: John Hayden, senhor do Mundo Inferior, está lhe mantendo lá. Para seu próprio bem, ele diz: para protegê-la das Fúrias que desejam vingar-se dele.

Mesmo que esteja lá, seus entes queridos não estão. E isso pode acabar custando caro para ambos. Mas John afirma que não pode deixá-la sair. Será que ela deveria confiar em sua palavra?


Mais uma continuação pela qual eu estava esperando, Inferno foi outra solicitação feita por curiosidade. Solicitei muitas continuações da última vez, né? Pois é. Eu não gosto muito da Pierce, mas precisava saber como sua história continuava, já que sou bem fã do mito de Perséfone.

Sou apaixonadíssima pelas capas dessa trilogia e não foi diferente quando Inferno chegou, foi meio que amor à primeira vista. Apesar de achar que Submundo seria a tradução mais adequada para o título, relevo esse caso porque Inferno ainda é mais impactante do que a outra opção. Curti muito a edição proporcionada pela Galera Record - revisão, tradução, diagramação, o de sempre, o que tornou a leitura muito agradável e tranquila aos olhos.

Em Abandono, Pierce foge do castelo do sedutor John assim que tem uma chance, só para voltar correndo para seus braços quando se vê em extrema necessidade, no fim do livro. Agora, dividida entre o mundo terreno e a morada de seu amado, a garota deve escolher entre proteger aqueles que ama e ficar com o que ela precisa, mesmo que isso ponha em risco a sua vida e os laços que mantém com seu grande amor.

Se no primeiro livro a protagonista era chata, no segundo ficou pior ainda. Quase desisti da leitura por conta de todos os mimimis infinitos de Pierce, que agora não basta ser insegura, ainda abafa seus medos e inseguranças no namorado, de quem ela passou a depender. Deve ser por estar acostumada com as heroínas poderosas de Meg Cabot que não consigo me conformar com essa mocinha enfadonha, que só faz chorar e se esconder atrás de John, que - não sei como - é apaixonado por ela.

Por falar no mocinho com uma pegada de vilão da história, ainda não consegui me convencer do amor vivido por eles dois. Mesmo tendo acompanhado o passado obscuro de John e estando ciente de tudo o que ele passou até chegar ali, as atitudes, falas e diálogos do personagem durante Abandono foram tão forçadas que eu não consigo visualizar algo crível na minha mente de leitora. Simplesmente não desceu e continua não descendo para mim, entendem?

A ação e o ritmo rápido com que os fatos se desenrolam nesse livro foram o principal motivo pelo qual eu não abandonei a leitura, pois devo salientar que os personagens não me cativaram ainda. Fiquei um pouco desapontada porque não costumo desgostar de algum livro da Meg, mas essa série anda difícil de guardar no coração, de verdade. Sinto como se toda e cada expectativa para com esse livro tenha sido destruída lentamente por conta do casal principal. Uma pena.

Apesar disso, continuo curtindo o elemento mitológico usado pela autora, bem como algumas partes extras que fizeram uma analogia um pouquinho mais forte para relacionar a releitura com o mito de Perséfone (palavra chave pra vocês: romã), algo que eu estava sentindo falta. Só espero que no terceiro livro a mocinha desperte em si um pouco dos encantos da protagonista mitológica, para que eu veja tudo como um mero mal entendido e me apaixone por ela tanto quanto me apaixonei por Perséfone.


29/11/2014

[Resenha] A Evolução de Mara Dyer



Autor: Michelle Hodkin

Editora: Galera Record

Páginas: 406

Preço: 23,60 na Amazon

Velocidade da leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2014
As misteriosas e perigosas habilidades de Mara continuam a evoluir. Ela sabe que não está louca e agora precisa se prender desesperadamente à sanidade. Mara sabe que é tudo real: pode matar com um simples pensamento, assim como Noah pode curar com apenas um toque e que Jude, o ex-namorado morto por ela, está realmente de volta. Mas para descobrir suas intenções, deve evitar uma internação em um hospital psiquiátrico. Confusa com as paredes se fechando e ruindo ao seu redor, ela deve aprender a usar seu poder.


Assim que terminei A Desconstrução de Mara Dyer, sabia que precisava urgentemente de uma explicação para tudo o que estava acontecendo com a menina (e para aquele final, que MEUDEUSDOCÉU) e corri para pedir meu exemplar da sequência. Não sabia o que esperar exatamente desse livro, mas quando chegou aqui, resolvi ler o mais rápido possível.

De todas as capas da trilogia, essa é a que eu menos gosto, mas não deixa de ser linda a sua maneira. Curti bastante a diagramação e a disposição da fonte x espaçamento ao longo das páginas do livro, bem como as folhas amarelas que alegraram os meus olhinhos de leitora. Não encontrei erros de impressão, revisão ou tradução ao decorrer da leitura, o que achei super agradável e fez com que a editora ganhasse pontinhos extras comigo.

Mara Dyer já está ciente de seus poderes e das habilidades especiais de Noah. Quando percebe que um alguém do passado está de volta, ela não sabe o que deve fazer primeiro: se apropriar de seus poderes ou correr para o mais longe possível. Agora, para salvar sua família e a si mesma, Mara deve se agarrar a sua sanidade (ou o que restou dela) e com a ajuda de Noah, vencer os fantasmas do passado e reordenar seu presente.

No primeiro livro, virei a última página com um questionamento gigante e um belo de um ponto de interrogação cravado na testa. Quando abri o segundo, comecei a leitura esperando por respostas e, tcham, tcham, tcham, não encontrei. É isso aí, meus amigos! Com sua narrativa um pouquinho assustadora e as cenas de arrepiar os pelinhos do braço, Michelle Hodkin só fez aumentar o nível de suspense durante o segundo volume da série.

Está curioso para saber como Mara Dyer pode ser mais misteriosa? Pois então, nada melhor do que ler o livro para saber. Mas como adoro meus leitores, vou te ajudar um pouquinho só porque sou boazinha: nesse volume, Hodkin trabalhou com alguns elementos especiais do passado de nossa protagonista, trazendo à tona novos questionamentos a respeito de sua árvore genealógica e dos poderes que possui. Algumas passagens são bem sombrias (foco em uma certa cena no hospital) e vão te arrepiar ainda mais se você estiver lendo à noite, o que me prendeu ao livro de uma forma que é difícil explicar.

Outra coisa que me impediu de largar o meu exemplar foi a constante presença do carismático, belíssimo e inteiramente sarcástico Noah, que está de volta com todo o seu charme (suspira) e seu amor por nossa protagonista. Meus amiguinhos sofreram com meus constantes snaps de passagens em que o Noah aparecia, só porque é tanto amor que não dá pra controlar. ♥

Fangirling à parte, achei que esse volume foi mais uma narrativa focada no desenvolvimento da personalidade da personagem e do plot escolhido pela autora, do que qualquer outra coisa. Apesar de termos algumas revelações poderosíssimas ao decorrer da leitura, no pacote não faltaram muitas dúvidas a respeito da origem dos poderes de Mara e Noah e aquela ansiedade básica pelo ponto final da história.

Como muita gente que já leu The Retribution of Mara Dyer jurou de pés juntos que tudo é esclarecido no terceiro livro, mal posso esperar para conferí-lo e matar minha curiosidade. Mas enquanto isso não acontece... Vamos esperar e torcer para que a Galera Record publique o livro o mais rápido possível!

Ainda não posso dizer que essa trilogia conquistou o meu coração a ponto de ser favoritada, porque não curto muito não entender o que está acontecendo (na maior parte do tempo), mas dependendo do final do próximo livro, pode vir a acontecer.


28/11/2014

[Resenha] Coroa da Meia-Noite



Autor: Sarah J Maas

Editora: Galera Record

Páginas: 406

Preço: 29,40 na Livraria Saraiva

Velocidade da leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2014
Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, tornou-se a assassina real depois de vencer a competição do rei e se livrar da escravidão das Minas de Sal de Endovier. Mas sua lealdade nunca esteve com a coroa. Tudo o que deseja é ser livre — e fazer justiça. Nos arredores do castelo, surgem rumores a respeito de uma conspiração contra misteriosos planos do rei, mas antes de cuidar dos traidores, Celaena quer descobrir exatamente que planos são esses. O que ela não imaginava é que acabaria em meio a uma perigosa trama de segredos e traições tecida ao redor da coroa. Enquanto a amizade entre ela e o capitão Westfall cresce cada vez mais, o príncipe Dorian se afasta, imerso em seus próprios dilemas e descobertas. A princesa Nehemia acaba se tornando uma conselheira e confidente, mas sua atenção está mais voltada para outros assuntos. Em Adarlan, um segredo parece se esconder por trás de cada porta trancada, e Celaena está determinada a desvendar todos eles para proteger aqueles que aprendeu a amar. Mas o tempo é curto, e as ameaças ao redor castelo de vidro estão cada vez mais próximas. Quando menos se espera, uma trágica noite mudará a vida de todos no reino, e mais do que nunca Celaena quer descobrir a verdade para fazer justiça.


Assim que terminei de ler Trono de Vidro, fiquei louca e desesperada por mais Celaena Sardothien. Já sabia que tinham mais dois livros já lançados lá fora, mas a pergunta do dia era: e aqui no Brasil, quando seria o lançamento? Estava quase mandando um e-mail para a Galera Record, quando percebi que a news de agosto tinha chegado, anunciando o lançamento de Coroa da Meia-Noite, segundo livro da série. Se surtei? Muito. Se solicitei o meu exemplar na hora? Mas é claro!

No momento em que meu exemplar chegou aqui em casa, não pude deixar de reparar algumas diferenças da primeira edição para a outra: ao invés de ter seu título destacado, Coroa da Meia-Noite entrou como um subtítulo para o segundo livro da série. Se eu fiquei desapontada? Muito! Enquanto eu lia, várias pessoas me perguntaram se aquele era o primeiro livro da série.

Achei que a Galera vacilou bastante em não ter exposto mais o título do livro como segundo livro em si, deixando o detalhe meio escondido embaixo do nome da série, que ficou mais destacado. Outra coisa que me irritou foi o fato de as lombadas não combinarem na estante. Ficou bem feinho, em comparação com as hardcovers americanas. De resto, tudo normal.

Após a competição que aconteceu em Trono de Vidro, Celaena deverá servir o rei como sua campeã, perseguindo os traidores da corte a mando do monarca. Entretanto, sua lealdade e seus princípios são postos em jogo quando as forças do mal que crescem dentro do castelo começam a perseguí-la, forçando-a a fazer uma importante escolha. Será que nossa heroína se tornará uma verdadeira serva real ou lutará por suas crenças e consequentemente, contra a corte? É o que eu descobri enquanto lia Coroa da Meia-Noite.

Eu não tenho palavras - modo de falar, senão não estaria resenhando - para descrever o quão absurdo é esse livro! Primeiro a narrativa segue lenta e um pouco cansativa, mas quando chegamos a um cliffhanger entre o final da parte um e o início da parte dois, essa sequência se torna impossível de largar. Não tenho como falar muito sobre o que acontece sem dar spoilers, então digamos apenas que sofri uma variação enorme de sentimentos durante a leitura. De dor a felicidade, ansiedade a alívio... Conforme eu virava as páginas, já ficava com medo do que aconteceria depois.

Pelo que eu escrevi acima, acho que vocês já tem uma ideia do ritmo do livro, certo? Se ainda restaram dúvidas, vou ser bem clara: Celaena não para. Seja nas cenas de ação ou nos momentos mais difíceis, chega a um ponto em que tudo vai acontecendo de uma vez só e você tem que ter um emocional de aço pra acompanhar tudo sem parar pra respirar. Fico muito grata pelo fato de a autora não ter deixado essa sequência desmoronar, como quase sempre acontece com o segundo volume das séries. Algumas revelações me surpreenderam de uma maneira indescritível!

Também fiquei surpresa e instigada por conta da introdução de um novo personagem na trama, que pode ou não ser um novo vilão ou novo herói importante na saga. Pelas resenhas que já li por aí, acredito que ele vá ter mais destaque em Heir of Fire, o que pretendo conferir muito em breve, assim que conseguir adquirir o livro.

Mas uma coisa que teve destaque nesse livro e me agradou muito foi o elemento fantástico da série. Eu não esperava que a autora fosse desenvolver tanto o lado fantástico da história, mas ela com certeza permeou Coroa da Meia-Noite com tudo o que faltava desse ingrediente secreto. Eu fiquei com medinho de não curtir, mas acabei gostando e muito do que ela fez ali. O final do livro envolve esse elemento e ainda revela um segredo importantíssimo para a continuação da saga. Como vocês já devem ter percebido, mal posso esperar pelo terceiro volume! ♥


09/10/2014

8 dicas para melhorar o seu inglês!



Quando eu voltei pro curso (para quem não sabe, tenho aulas na Cultura Inglesa toda terça e quinta), muitas pessoas me perguntaram como eu consegui melhorar o meu inglês a ponto de pular dois níveis intermediários. Como eu sei que tem bastante gente aqui que não tem dinheiro pra bancar um curso - que costuma ser bastante caro, resolvi deixar as minhas dicas pessoais para o estudo e aprimoramento da língua.

1. Invista seu tempo em um curso online ou nas aulas da escola. Eu disse que não estava no curso pago, mas não descartei as aulas da escola e o curso online (gratuito). Para quem já saiu da escola faz tempo e não tem qualquer contato com o inglês, eu recomendo que se filie ao Busuu e inicie já o seu módulo de aprendizagem! Ele vai te dar uma base superficial? Sim, mas já é alguma coisa. Para o pessoal que ainda está na escola, vai parecer bobagem, mas é bom dedicar uma atenção extra às aulas de inglês, pois algumas lições importantíssimas de gramática são ensinadas ao decorrer delas. Acredite ou não, muitas delas você vai precisar usar para o resto da sua vida.

2. Esteja sempre em contato com o idioma. Hoje em dia não é muito difícil de ouvir pelo menos uma ou duas palavrinhas em inglês ao longo do dia. Tem sempre alguém que usa uma expressão em inglês para explicar alguma coisa, uma música cantada na língua que está sua playlist ou mesmo a marca de algum objeto que foi criada em inglês. O que vai te ajudar a se acostumar e adicionar uma palavrinha ou outra ao seu vocabulário pessoal vai ser isso: deixar o inglês entrar na sua vida o máximo que puder, sem restrições. Para começar, vale mudar o idioma das suas redes sociais, por exemplo. Parece algo pequeno e desnecessário, mas ajuda muito.

3. Procure traduzir e ouvir músicas em inglês. Uma coisa que me ajudou bastante quando eu não tinha noção de vocabulário e conjugação de verbo foi isso: traduzir músicas e caçar o significado das palavras. Além de conhecer muitas gírias, ouvir as músicas vai te dar uma margem muito boa da pronúncia correta das palavras, como também te ajudará a captar o som e se acostumar a ouví-las e reconhecê-las. Dentro de algum tempo, você nem vai precisar acompanhar a letra por escrito para saber do que ela se trata, vai por mim!

4. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Se você tiver algum amigo que seja muito bom em inglês ou um professor que se esforça para motivar a turma, vale a pena pedir um bizu. No meu caso, eu costumo ajudar vários colegas de classe que possuem dúvidas e sempre vale a pena. Eu que já tenho a experiência, exercito o meu conhecimento ao passá-lo para a pessoa em questão e o interessado ainda ganha as minhas dicas pessoais de bônus. Estar perto de pessoas que já lidam com o idioma há um tempo é sempre bom para ter uma ideia de como elas chegaram até lá.



5. Sempre assista a filmes e seriados legendados. É quase o mesmo caso das músicas, só que você aprende muito mais quando assiste os programas de televisão. Por que? Muito fácil: as músicas tem curta duração, enquanto esses programas podem durar de vinte minutos a duas horas. Sem contar que ao liberar o idioma original, você terá noção de como soam vários sotaques diferentes (acredite, o inglês tem muitas variações) e saberá lidar melhor com a entonação dos diálogos - o que é muito importante na hora de se comunicar. Com o tempo, você pode tentar retirar as legendas para ter uma noção do quanto consegue entender.

6. Tenha contato com qualquer tipo de material escrito em inglês. Sempre que puder, é muito legal ler as notícias em inglês ou até mesmo, procurar sobre aquela matéria específica na wiki americana/britânica. Quanto mais imerso na língua você estiver, melhor! Vale também começar ler blogs americanos ou britânicos que falem de assuntos que você goste. Quando estiver mais seguro e se já possuir um inglês intermediário, a melhor dica é começar a ler livros na íntegra. Esse tipo de leitura vai te dar uma base enorme do vocabulário atual e de algumas regrinhas que os americanos usam na hora de escrever.

7. Faça um dicionário manual. Uma coisa que me ajuda muito hoje em dia é anotar as palavras diferentes que eu aprendo. Nos livros, os autores costumam usar um vocabulário diferente do que a gente aprende no curso para escrever - o que é super normal, já que eles tem sempre que fazer uso de vários sinônimos para a linguagem do livro não ficar repetitiva. Por causa disso, eu acabei aprendendo várias palavras novas e em decorrência disso, esquecendo o significado de algumas delas. Resolvi meu problema em dois tempos: passei a anotar em um caderno separado todos os significados das palavras que eu encontrava com mais frequência e as exercitei oralmente até que elas fizessem parte do meu vocabulário. É uma atividade simples, fácil, que não ocupa muito tempo e no final, vai te garantir ótimos resultados.

8. Seja paciente. Não é de um dia pro outro que você vai aprender tudo e se tornar fluente! É necessário se dedicar e estudar bastante para alcançar esse ponto. Eu, por exemplo, comecei a me dedicar mais ao inglês em 2008 e alcancei a fluência só em 2012! Por isso, é essencial que você não desanime e aprenda com seus erros para acertar cada vez mais. Vai ser um pouquinho complicado para quem tiver dificuldade, mas com muito esforço e dedicação, é possível chegar lá!

Espero que esse post tenha ajudado a todos que não tem conhecimento do inglês e querem um incentivo para começar a aprender a língua ou até mesmo a quem já tem alguma noção do idioma e quer melhorá-lo ainda mais. Caso essas dicas tenham sido úteis para vocês, não deixem de comentar e me falar sobre como está sendo a experiência! Se tiverem alguma sugestão para adicionar, também deixei aí embaixo, para que eu possa fazer um update no post.

Até mais! ♥


07/10/2014

[Resenha] As MAIS



Autor: Patricia Barboza

Editora: Verus

Páginas: 193

Preço: 18,00 na Fnac

Velocidade da leitura: Rápida - Média - Demorada

Ano: 2012











MAIS é a sigla da amizade, formada pela inicial do nome das amigas Mari, Aninha, Ingrid e Susana. As MAIS são alunas do Centro Educacional Machado, no Rio de Janeiro e são inseparáveis. Tanto que resolveram escrever um livro juntas relatando suas aventuras mais marcantes de um ano inteiro. O livro é narrado pelas quatro amigas, cada uma contando uma parte do ano letivo. Mari a pagadora de micos, Aninha a intelectual, Ingrid a romântica e Susana a atleta. Sonhos, frustrações, medos e micos (muitos!). Alegrias, conquistas e amores... Quatro personalidades diferentes, quatro maneiras de tornar a amizade única e inesquecível! Afinal, como diz a Mari, elas são as MAIS legais, as MAIS bonitas, as MAIS inteligentes e também as MAIS “modestas”. Divirta-se com as histórias dessas quatro amigas inseparáveis!


Esse infantojuvenil chegou à minha biblioteca pessoal depois que o comprei em uma feirinha que aconteceu aqui no Centro, no final do mês passado. Quando o localizei em um estande por apenas dez reais, prometi que o levaria comigo. E assim fiz, guardando-o para aliviar a minha ressaca literária. E como eu bem esperava, As MAIS foi uma leitura super despretensiosa.

A capa do livro é muito bem feita, já te chama a atenção de cara e te prende pelos olhos. É impossível não ter vontade de levar pra casa, com todas as cores vibrantes e a diagramação super fofa e chamativa que estão inclusas no trabalho gráfico da obra. Se você for amante de infantojuvenis como eu então, o coração de leitor é roubado na hora! Não teve jeito, eu tive que levar um exemplar comigo. Para quem desconfia e se pergunta sobre o conteúdo, a revisão está impecável e o texto, bem preparado.

As MAIS conta a história de Mari (Maria Rita), Aninha, Ingrid e Suzana. As quatro são amigas muito unidas e estudam no mesmo colégio, além de morar pertinho umas das outras. Estão terminando o oitavo ano quando uma professora lhes dá a ideia de escrever um livro compondo suas memórias do último ano do fundamental (no caso, o nono), deixando um trimestre a cargo de cada amiga. Esse é um volume introdutório - pelo que eu entendi, a partir dos próximos volumes vamos ter a narrativa pelo ponto de vista de uma personagem só - e por isso, vamos começar a descobrir a personalidade de cada uma através das situações que elas vivenciam.

Uma coisa que eu curti muito foi o fato de cada menina ser dona de uma personalidade totalmente diferente, mas ainda assim complementar as outras. Sendo mais precisa, cada uma tem uma habilidade e um gosto diferente. A Mari é a mais engraçada e tende a pagar mais mico do que as outras meninas; a Aninha é super responsável e adora ler; a Ingrid ama filmes de romance e tende a liderar, enquanto a Suzana adora lidar com cosméticos e tem muita afinidade com esportes. Tecnicamente, cada garota se encaixa em um clube diferente, mas a Patricia Barboza conseguiu provar que mesmo tendo suas diferenças, as meninas são grandes amigas e ajudam uma a outra no que for preciso.

Curti bastante essa mensagem passada pela autora, além do contexto familiar, que ficou muito bem bolado dentro do universo das personagens. Outra coisa que também me chamou a atenção foi o seu estilo de escrita, leve e bem fácil de acompanhar, próprio para o público. A relação temporal entre personagem x acontecimento ficou bem bacana de se notar também, pois você pode perceber que todas aquelas coisas que rolaram durante a leitura aconteceram no espaço de um ano, não do dia pra noite. O livro é tão curtinho que parece que tudo se desenrolou de maneira rápida, mas se você parar pra pensar, cada integrante do grupo narra três meses do ano. Essa coerência me deixou feliz e satisfeita ao fechar o livro, uma sacada inteligente da autora.

Outro recurso que foi usado com perspicácia foi o modo com que a Patrícia resgatou alguns filmes e músicas mais antigos e inseriu na realidade das personagens. Além disso, ao mesmo tempo em que ela temperava sua obra com muito bom gosto, aproveitou para dar espaço para seus leitores mais velhinhos, relembrando a época das conversas do MSN e aquele friozinho na barriga que ficava na gente até ~aquela~ pessoa ficar online. Adorei!

Apesar de ter me divertido e dado bastante risada, fiquei meio chateada pela maneira previsível com que algumas coisas aconteceram. Embora eu não faça parte do público-alvo do livro, me senti desanimada ao sacar o final da história de uma ou outra personagem já no comecinho de suas respectivas partes. Podia ter rolado um pouquinho mais de criatividade nessas horas, na minha opinião. Tudo bem que um cliché bem contado fica até legal de se ler, mas ainda assim, achei que a autora podia ter bolado umas cenas mais legais para determinadas passagens.

Como vocês podem ter percebido, esse não foi um livro que me marcou e/ou mudou a minha vida, mas foi um ótimo passatempo - cheguei até a levar comigo para a praia. Se estiverem a fim de uma leitura levinha, divertida e com cheirinho de adolescência, basta encomendar As MAIS que não tem erro! Você vai rir e suspirar da primeira até a última página. Recomendo para leitores de todos os públicos!


06/10/2014

[Promoção] Eu quero ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde!



Atenção, atenção! Segura que hoje é dia de promoção!


Como vocês sabem muito bem, eu adoro e dou muita força pro Maurício Gomyde, um autor que está sempre presente nos posts daqui. E hoje é dia de anunciar mais uma promoção em parceria com ele, que vai levar o ganhador a ser personagem de seu novo livro, além de levar um Lev (aquele e-reader da Saraiva) pra casa!

Se animaram? Então se liguem no que vem por aí!

Termos da promoção:

- A promoção escolherá uma pessoa para participar da história do 6º livro do autor Maurício Gomyde, como já feito em duas outras oportunidades (nos livros "Ainda não te disse nada" e "Dias Melhores pra Sempre"). Além disso, a pessoa ainda ganha um LEV de presente.

- O sorteio ocorrerá dia 02/11/2014 - domingo, pelo Random.org.

- A personagem será do sexo feminino e, caso o sorteado seja uma pessoa do sexo masculino, ele poderá dedicar a personagem a alguém (esposa, namorada, amiga, irmã, etc.).

- Após o sorteio, o autor Maurício Gomyde entrará em contato com a ganhadora para uma entrevista (gostos pessoais, musicais, literários, cinematográficos, características físicas e de personalidade) e, assim, conseguir conceber a personagem que fará parte do novo romance.

E para participar, o que tem que fazer?

- O participante deve preencher o formulário abaixo e deixar um comentário nessa postagem, com a frase "Eu quero ser personagem do novo livro do Maurício Gomyde"

- O participante, para ser personagem E ganhar um LEV, deve ser seguidor do Instagram ou do Facebook do Maurício Gomyde.

- Caso queira, a pessoa ainda pode participar em todos os 184 blogs, cujos links estão no site do autor.



Boa sorte a todos! ♥